Conformismo e resistência- Marilena Chauí

Olá pessoal, hoje para dica de leitura vai uma bela análise sobre a construção da cultura popular no Brasil.

 

Sobre a autora: Marilena de Sousa Chaui é uma filósofa e historiadora de filosofia brasileira.Professora de Filosofia Política e História da Filosofia Moderna da Faculdade de Filosofia, letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP).

É mestre (1967, Merleau-Ponty e a crítica do humanismo), doutora (1971, Introdução à leitura de Espinosa) e livre docente de Filosofia (1977, A nervura do real: Espinosa e a questão da liberdade) pela USP.

Segundo a autora, existem várias idéias em torno do termo popular.

A classe dominante admite indiretamente a existência das classes, ao admitir que exista a cultura popular, admiti-se também a existência do que não é popular. Ao contrário, o termo massa oculta à diferença de classes, pois embora exista na sociedade moderna a massa e a elite (que seriam duas classes distintas, segundo o pensamento marxista) os dominantes utilizam da idéia da “mobilidade social” para justificar e esclarecer essa questão, ocultando novamente a realidade da camada pobre da população.

Foucault “a elite cria os objetos de conhecimento, que se tornam objetos de poder”, ou seja a classe dominante não detém mais somente os meios de produção e os postos de autoridade.

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